Adubação orgânica e mineral na cultura da melancieira no semiárido paraibano terceira safra.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: SOUSA, Flávio Marcilio Domingos de.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - CCTA
PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/2669
Resumo: Nas ultimas décadas tem-se buscado alternativas de produção que busca a sustentabilidade dos agrosistemas, garantindo a produção em quantidade e qualidade. Para tanto, novas alternativas tecnológicas são necessárias para atender principalmente as necessidades de nutrientes pelas plantas, que são supridas com uso de insumos industrializados. Com isso surge à busca da utilização de recursos renováveis adquiridos na própria unidade de produção. Assim, objetivou-se avaliar o efeito do uso combinado e isolado de fertilizantes minerais e orgânicos na cultura da melancia. O experimento foi realizado em uma área localizada na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus Pombal – PB, durante o período de dezembro de 2015 a março de 2016. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições dispostos em esquema fatorial 3x5 onde, no fator (A) foram alocadas diferentes concentrações de nutrientes N, P e K (50, 100 e 150% da recomendação de NPK para melancieira) e no fator (B) cinco proporções de adubo mineral e orgânico (100/0, 75/25, 50/50, 25/75 e 0/100). A dose de NPK correspondente a 100% foi de 120 kg ha-1 para N, P e K. Foram avaliadas: trocas gasosas, massa seca dos frutos, produção total, comprimento, largura, firmeza do fruto, acidez titulável, sólidos solúveis e pH. As avaliações fisiológicas (trocas gasosas) foram realizadas aos 45 dias após o transplantio (DAT) e as demais variáveis analisadas aos 68 DAT. A concentração de 50% da recomendação de NPK para a cultura da melancieira foi a mais eficiente no incremento das características fisiológicas de fotossíntese e transpiração na proporção de 100/0 e a concentração de 150% foi a que apresentou melhor resultado na proporção de 100/0 para condutância estomática. Para a produção de frutos (Kg/ha) e peso seco total dos frutos (g) a concentração de 150 % de NPK na proporção de 0/100 apresentou os melhores valores para ambas as variáveis. Com relação a comprimento e largura do fruto a concentração de 150% de NPK na proporção de 100/0 observou os melhores resultados, já para as variáveis de firmeza, sólidos solúveis, acidez titulavel e pH a concentração de 150% de NPK na proporção de 0/100.