Cartografias da água: territorialidade, políticas e usos da água doce em Fortaleza (1856-1926)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Maia Neto, Emy Falcão
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: www.teses.ufc.br
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14512
Resumo: Investigamos como os moradores de Fortaleza se relacionavam com os “caminhos da água” na cidade. Atentando para as diferentes construções dos espaços e usos da água doce, elaboramos uma reflexão em que a existência de riachos, açudes, lagoas, olhos d’água, poços e cacimbas estava ligada aos gestos e sentimentos de indivíduos que praticaram – e assim instituíram – esses espaços. Livros de reminiscências, romances, crônicas, periódicos, plantas cartográficas, relatórios oficiais, cartas e censos demográficos foram utilizados para compreender os sentidos atribuídos à água e às aguadas. Tomou-se como balizas temporais o período compreendido entre a contratação do engenheiro Adolpho Herbster (1856) – marco para as obras públicas na cidade – e a inauguração do sistema de abastecimento de água encanada do Açude Acarape do Meio (1926) – por proporcionar um fornecimento de água que, mesmo não contemplando a maioria da população, oportunizou uma nova relação com o líquido.