Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Maia Neto, Emy Falcão |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
www.teses.ufc.br
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14512
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Resumo: |
Investigamos como os moradores de Fortaleza se relacionavam com os “caminhos da água” na cidade. Atentando para as diferentes construções dos espaços e usos da água doce, elaboramos uma reflexão em que a existência de riachos, açudes, lagoas, olhos d’água, poços e cacimbas estava ligada aos gestos e sentimentos de indivíduos que praticaram – e assim instituíram – esses espaços. Livros de reminiscências, romances, crônicas, periódicos, plantas cartográficas, relatórios oficiais, cartas e censos demográficos foram utilizados para compreender os sentidos atribuídos à água e às aguadas. Tomou-se como balizas temporais o período compreendido entre a contratação do engenheiro Adolpho Herbster (1856) – marco para as obras públicas na cidade – e a inauguração do sistema de abastecimento de água encanada do Açude Acarape do Meio (1926) – por proporcionar um fornecimento de água que, mesmo não contemplando a maioria da população, oportunizou uma nova relação com o líquido. |