Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Almeida, Gláucia Furtado Brasil de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
www.teses.ufc.br
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/5973
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Resumo: |
O presente estudo tem como objetivo avaliar o impacto do Programa de Apoio a Projetos Produtivos Solidários (PAPPS), gerido pelo Banco do Nordeste e aplicados na Associação das Mulheres em Ação (AMA/Budeg´AMA), a partir dos seguintes questionamentos: a) Qual o alcance das modificações promovidas pelo PAPPS na AMA/Budeg´AMA no contexto das políticas públicas do Estado Brasileiro contemporâneo, entre projetos emancipatórios e regulatórios, com suas normas e regramentos? b) O que modifica/modificou no empreendimento, a partir do recurso recebido, no tocante a afirmação dos pressupostos da Economia Solidária nas relações socioeconômicas e políticas das participantes da AMA/Budeg´AMA? A metodologia utilizada foi composta de dados quantitativos, com a utilização e aplicação de questionário semi-estruturado e entrevistas em profundidade, de cunho qualitativo, realizadas com as Associadas da AMA/Budeg´AMA e com representantes das instituições envolvidas com a referida Associação: BNB, administrador do PAPPS e a Cáritas Arquidiocesana, coordenadora do projeto Rede Bodega. Como complemento a essa metodologia foram realizados vários momento de observação-participante em ocasiões diversas: oficinas de capacitação, reuniões da Rede Bodega e Feiras de Economia Solidária. Embora os resultados tenham demonstrado que o PAPPS foi importante para a formação do Fundo Rotativo da AMA/Budeg´AMA, ele tem permitido apenas que as Associadas adquiram instrumentos para o trabalho (máquinas e matéria prima para a produção), não levando às Associadas a uma melhoria de vida, do ponto de vista econômico, de geração de renda para sua emancipação, ou que a partir dele o empreendimento possa se autossustentar. Nas demais vertentes da economia solidária o recurso tem ajudado na prática da autogestão, na produção que respeita as questões ambientais e fortalecido os lados afetivos entre essas mulheres. |