Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Silva, Pedro Gustavo da Sousa |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
www.teses.ufc.br
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/6375
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Resumo: |
A vitória de Lula nas eleições 2002 inaugurou um quadro completamente novo no cenário político nacional. O PT e os tradicionais aliados (PC do B, PSB, CUT, UNE, MST, etc.) assumem pela primeira vez a tarefa de “ser governo” no âmbito federal. Embora o Partido fosse a principal força política da gestão no Poder Executivo e no Congresso Nacional, a sigla despontou como um dos agentes que mais divergiram do governo Lula. De um lado, setores do PT cumprem o papel de protagonistas nas tensões com o governo. De outro lado, uma parte majoritária do Partido faz a defesa da gestão e segue as orientações do Poder Executivo para as votações no Congresso Nacional. Essa dinâmica de conflitos entre PT e governo Lula (2003-2006) constitui meu objeto de estudo. Busco entender as razões dos conflitos entre esses agentes. A investigação percorreu diversas fontes, dentre as quais se destacam: notícias veiculadas na imprensa (Folha de São Paulo impresso e on-line), periódicos do PT e de suas tendências, sites vinculados aos personagens e instituições da pesquisa (PT e suas tendências, parlamentares), documentos partidários (resoluções, notas, manifestos), textos acadêmicos referentes ao assunto, revistas, etc. No que diz respeito ao arcabouço teórico, conceitos como trade-off eleitoral, “linha política” e “coalizão dominante” foram tomados como essenciais para a análise do material empírico e elaboração dos argumentos. Para além da disputa entre projetos e perspectivas ideológicas, os conflitos entre petistas e governo expressavam também os distintos parâmetros de ação que orientavam os agentes políticos. A esquerda petista e o grupo dominante no PT pautaram a relação com os dirigentes governamentais através de distintos parâmetros. |