Consequences of a dynamical gluon mass

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Aguirre, John David Gómez
Orientador(a): Natale, Adriano Antonio
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Universidade Federal do ABC
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Física
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=108513&midiaext=75297
http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=108513&midiaext=75297/index.php?codigo_sophia=108513&midiaext=75298
Resumo: Na literatura encontramos argumentos tanto fenomenológicos quanto teóricos que favorecem o congelamento da constante de acoplamento da QCD a valores moderados no regime infravermelho. O acoplamento pode ser parametrizado em termos de uma massa efetiva para o gluon (mg) obtida dinamicamente através das equações de Schwinger- Dyson, cuja soluções são compatíveis com as simulações da QCD na rede. Primeiro nós consideramos o processo de aniquilação elétron-pósitron em hádrons Re+e- até O(3s) e adotamos o método de smearing sugerido por Poggio, Quinn e Weinberg para confrontar os dados experimentais com a teoria. Nós vamos usar como modelo teórico a QCD com uma constante de acoplamento finita no regime de baixas energias. Para encontrar o melhor fit entre os dados experimentais e teóricos, nós realizamos um test de 2, que dentro das incertezas do modelo , tem um valor mínimo quando mg=QCD está entre 1.2 - 1.4. Esses valores concordam com outras determinações fenomenológicas da razão mg=QCD e levam a uma carga efetiva s(0) 0.7. Nós comentamos como essas cargas efetivas poderiam afetar a escala de massa da dualidade global, a qual indica a fronteira entre a física perturbativa e não perturbativa. Calculamos tanto o potencial efetivo aprimorado no caso da QED escalar e da QCD com um escalar sem cor, como também a evolução do acoplamento escalar do Higgs () no Modelo Padrão. Em ambos os casos consideramos pontos fixos. No caso da QCD com o escalar sem carga de cor tanto a barreira associada ao polo de Landau quanto o mínimo do potencial mudam. Por outro lado, encontramos que a existência dos pontos fixos não perturbativos no infravermelho movem a evolução do acoplamento escalar na direcção da estabilidade. Para certos valores da constante de acoplamento da QCD no infravermelho, o potencial do Modelo Padrão pode ficar estável até a escala de Planck.