Consequences of a dynamical gluon mass
Ano de defesa: | 2017 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | eng |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do ABC
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Física
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: | http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=108513&midiaext=75297 http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=108513&midiaext=75297/index.php?codigo_sophia=108513&midiaext=75298 |
Resumo: | Na literatura encontramos argumentos tanto fenomenológicos quanto teóricos que favorecem o congelamento da constante de acoplamento da QCD a valores moderados no regime infravermelho. O acoplamento pode ser parametrizado em termos de uma massa efetiva para o gluon (mg) obtida dinamicamente através das equações de Schwinger- Dyson, cuja soluções são compatíveis com as simulações da QCD na rede. Primeiro nós consideramos o processo de aniquilação elétron-pósitron em hádrons Re+e- até O(3s) e adotamos o método de smearing sugerido por Poggio, Quinn e Weinberg para confrontar os dados experimentais com a teoria. Nós vamos usar como modelo teórico a QCD com uma constante de acoplamento finita no regime de baixas energias. Para encontrar o melhor fit entre os dados experimentais e teóricos, nós realizamos um test de 2, que dentro das incertezas do modelo , tem um valor mínimo quando mg=QCD está entre 1.2 - 1.4. Esses valores concordam com outras determinações fenomenológicas da razão mg=QCD e levam a uma carga efetiva s(0) 0.7. Nós comentamos como essas cargas efetivas poderiam afetar a escala de massa da dualidade global, a qual indica a fronteira entre a física perturbativa e não perturbativa. Calculamos tanto o potencial efetivo aprimorado no caso da QED escalar e da QCD com um escalar sem cor, como também a evolução do acoplamento escalar do Higgs () no Modelo Padrão. Em ambos os casos consideramos pontos fixos. No caso da QCD com o escalar sem carga de cor tanto a barreira associada ao polo de Landau quanto o mínimo do potencial mudam. Por outro lado, encontramos que a existência dos pontos fixos não perturbativos no infravermelho movem a evolução do acoplamento escalar na direcção da estabilidade. Para certos valores da constante de acoplamento da QCD no infravermelho, o potencial do Modelo Padrão pode ficar estável até a escala de Planck. |