Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Gutiérrez Peláez, Catalina |
Orientador(a): |
Lühning, Angela Elizabeth |
Banca de defesa: |
Montoya Uriarte, Urpi,
Pires de Sá Requião, Luciana |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Escola de Música
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Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado em Etnomusicologia
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34306
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Resumo: |
O seguinte texto é o resultado de um processo que vem de tempo atrás, de muito antes do ingresso da pesquisadora no programa acadêmico que permitiu seu desenvolvimento, surgido das inquietudes de uma musicista ambulante (a pesquisadora) a respeito do seu papel na sociedade e tem como objetivo registrar a existência e demonstrar a importância destes personagens na história. Trata-se de uma etnografia feita com um grupo de treze musicistas ambulantes (dentre eles, a pesquisadora), que passaram (a maioria deles) pela cidade de Salvador-Bahia durante a temporada de 2018-2020. Narra a história dos musicistas ambulantes desde quando sua existência ficou registrada pela primeira vez, no século IX, na Europa Medieval até os tempos modernos, na América Latina. Discute várias temáticas (Espaço público, Trabalho, Arte de Rua,...) e conceitos (Música, Cultura, Folclore, Popular,...), considerados importantes e interessantes por contornarem os indivíduos e caracterizarem o ofício. Dialoga com autores acadêmicos reconhecidos e respeitados de várias origens, mas, também, com os interlocutores da pesquisa (musicistas ambulantes latino- americanos) e com outras fontes variadas (tradição oral, placas, museus, guias turísticos,...). Fornece dados estatísticos (horários, rotinas, cenários, salário, público atingido, repertório, entre outros) a respeito da experiência pessoal da pesquisadora exercendo como musicista ambulante na cidade de Salvador e diversos outros lugares, e das experiências de outros nove musicistas na mesma cidade e conclui entre outras coisas, que os musicistas ambulantes defendem uma posição marginal perante o sistema capitalista. Finalmente, deixa algumas considerações, mas, principalmente, chama a atenção e gera curiosidade para o aprofundamento de vários dentre os temas discutidos. |