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A indústria farmacêutica brasileira e a oferta de medicamentos para o tratamento da insuficiência cardíaca no SUS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Araújo, Joana Mutti
Orientador(a): Ferreira Júnior, Hamilton de Moura
Banca de defesa: Lima, Uallace Moreira, Jesus Júnior, Leonardo Bispo de, Cabral, Bernardo Pereira
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Faculdade de Economia
Programa de Pós-Graduação: Mestrado em Economia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24207
Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar o acesso dos pacientes aos medicamentos para o tratamento cardíaco. Para isso, foi necessário estudar o Complexo Industrial de Saúde do Brasil, principalmente a Indústria Farmacêutica, e analisar a oferta de medicamentos para tratamento cardíaco no Sistema Único de Saúde. Os avanços em saúde e na área sanitária são evidentes quando se analisa o perfil epidemiológico e a expectativa de vida da população. A importância das doenças do aparelho circulatório, de doenças do coração e neoplasias veio acompanhada pela diminuição das doenças infecciosas e parasitárias. Consoante a isso, o Serviço Único de Saúde tem se estruturado para atender os pacientes em todos os níveis do tratamento, desde às intervenções hospitalares até o tratamento medicamentoso de uso contínuo. Uma das diretrizes do SUS é a organização da Assistência Farmacêutica para o fornecimento de medicamentos. A Assistência Farmacêutica tem o caráter descentralizador, sendo responsabilidade das esferas municipais, estaduais e federal. Do lado da oferta destes medicamentos, tem-se as indústrias farmacêuticas que fazem parte do Complexo Industrial de Saúde brasileiro. Quando se analisa as empresas que fornecem medicamentos para o tratamento cardíaco, nota-se que em alguns casos as empresas brasileiras fornecem medicamentos genéricos ou similares, mas também há a forte presença de empresas multinacionais estrangeiras que inovam para criar e lançar novos produtos no mercado, muitas vezes com o preço elevado devido às patentes. Como forma de garantir o melhor acesso da população a esses medicamentos, o governo brasileiro tem regulado o setor a fim de evitar preços abusivos e fomentar a concorrência através dos Laboratórios Públicos Oficiais, que tem a sua produção voltada para atender o SUS. Ainda há um longo caminho a ser percorrido, pois a indústria farmacêutica do Brasil ainda é muito dependente da importação de matérias-primas e carece de mão de obra especializada.