Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Rios, Vitor Passos |
Orientador(a): |
El-Hani, Charbel Niño |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12660
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Resumo: |
A vida em grupo, ou socialidade, não apresenta uma definição unânime na literatura, com vários autores propondo diversos “graus” ou “rotas” de socialidade. As próprias definições de “sociedade” e a discriminação dos graus em que esta pode ser exibida por animais variam de autor para autor. Esta situação torna necessário discutir os conceitos relacionados à socialidade. Simulações computacionais permitem controle total das variáveis simuladas e a eliminação de variáveis de confusão, o que nem sempre é possível em campo ou no laboratório. Para construir o modelo pretendido, escolhemos utilizar simulações computacionais geradas através da técnica dos agentes autônomos que permite criar agentes com características individuais, que interagem entre si segundo um conjunto de regras predeterminadas, fatores como variação individual de características (por exemplo, hierarquias de dominância), que não podem ser incluídos em modelos baseados em equações (ou, caso o sejam, requerem equações muito mais complexas). Neste trabalho, revisamos as definições e conceitos correntes sobre socialidade, as variáveis que a compõem, e, a partir destas definições, propomos um modelo de socialidade visando simular padrões vistos na natureza, utilizando uma técnica de modelagem pouco utilizada no campo da ecologia comportamental, a modelagem baseada em agentes, e testamos a validade desse modelo contra uma situação experimental em cativeiro utilizando espécies aparentadas de roedores. A variação excessiva exibida pelas espécies de roedores utilizadas no experimento dificulta a comparação entre elas e com o modelo computacional. As causas mais prováveis da discordância entre modelo e experimento são alguns aspectos do algoritmo da simulação, como a taxa de atividade dos agentes, e a variação excessiva dentro do experimento com as espécies de roedores. |