Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2025 |
Autor(a) principal: |
Costa, Paula Cristina Santos
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Orientador(a): |
Velame, Fábio |
Banca de defesa: |
Velame, Fábio,
Figueiredo, Gloria Cecilia dos Santos,
Cappi, Riccardo |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Faculda de Arquitetura da UFBA
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU)
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Departamento: |
Faculdade de Arquitetura
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41390
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Resumo: |
O objetivo desta dissertação é averiguar se há, e quais são, as categorias do etiquetamento espacial usadas intrinsecamente nos discursos dos policiais militares para justificarem suas abordagens durante as rondas de rotina em Salvador. Essa análise se concentra na interseccionalidade entre as categorias de espaço, racialidade e etiquetamento, especialmente na forma como a “atitude suspeita” é construída nos depoimentos policiais, em particular nos casos de prisões em flagrante por tráfico de drogas. O discurso dos policiais militares nos Autos de Prisão em Flagrante é analisado para investigar como as percepções sobre espaço e racialidade se entrelaçam e influenciam as práticas policiais nas abordagens de rotina. A relação entre a representação do bairro, o perfil racial dos indivíduos e as abordagens policiais é o ponto central desta análise. Quanto à estratégia metodológica, a pesquisa adota a abordagem mista, combinando métodos quantitativos e qualitativos, utilizando como técnica principal para identificar padrões de atuação da Polícia Militar em diferentes grupos sociais com base nas características raciais e urbanas dos bairros. |