Os coletivos no interior da Bahia sobre o viés de uma economia criativa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Galeano, Aloma Lopes
Orientador(a): Bandeira, Messias Guimarães
Banca de defesa: Barros, José, Canedo, Daniele
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto de Humanidades Artes e Ciências Professor Milton Santos
Programa de Pós-Graduação: Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34221
Resumo: O estudo em questão se propõe a problematizar os aspectos relacionados à Economia Criativa a partir da análise de três coletivos, cujas dinâmicas se dão no âmbito do segmento da cultura, a saber: Feira Coletivo Cultural (Feira de Santana-BA), Coletivo Gaiolas (Cachoeira-BA) e Coletivo Refazeres (Rio de Contas-BA). Trata-se de uma análise de três casos que correspondem a grupos informais (originários da sociedade civil), integrados por profissionais de diversos setores criativos, os quais conseguem promover, nas localidades onde estão inseridos, outros modos e modelos para uma sustentabilidade distinta daquela que preconizada pelo sistema hegemônico do capital. Partindo do reconhecimento da emergência nos últimos anos de práticas de organização e produção artística e cultural, marcadas por perspectivas colaborativas e em rede, a ideia é compreender, a partir de uma visão de descentralização do estado da Bahia, como isso se dá e como essas novas práticas podem dialogar com a economia criativa. Para isso, esta pesquisa segue a abordagem prevista no Plano da Secretaria da Economia Criativa, do Ministério da Cultura. A metodologia utilizada nesta dissertação buscou reunir meios específicos da pesquisa de caráter empírico, etnográfico e documental. Portanto, o procedimento investigativo deste estudo se baseou tanto na experiência dos partícipes dos coletivos envolvidos quanto na trajetória da própria pesquisadora, recorrendo, ainda, a fontes bibliográficas e coleta de dados. A pesquisa aponta que os grupos analisados, cuja atuação se dá em municípios do interior da Bahia, vêm promovendo, de maneira endógena, focos de desenvolvimento criativo, social e econômico para promoção de realidades locais mais coletivas, sustentáveis e inclusivas.