Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Simonetti, Maria Cecilia Moraes |
Orientador(a): |
Santos, Maria Ligia Rangel |
Banca de defesa: |
Aquino, Estela Maria Motta Lima Leão de,
Natansohn, Leonor Graciela |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Instituto de Saúde Coletiva
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduação em Saúde Coletiva
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/27060
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Resumo: |
Esta dissertação, formada por dois artigos, analisa discursos sobre gênero e sexualidade,enunciados em situações de interação entre agentes comunitárias(os) de saúde da família e residentes, em um bairro popular de Salvador. As referências teóricas que sustentam a análise dos resultados da investigação realizada aproximam-se de abordagens construcionistas. Mesmo levando em conta a polissemia embutida no termo “construcionismo”, o que se afirma aqui é a distância que as análises empreendidas neste estudo tomam em relação aos modelos lineares em matéria de comunicação e às abordagens biologicistas relativamente ao gênero e à sexualidade. A análise dos dados demonstrou que, no plano dos discursos, ACS e residentes (re)produzem habitus que tendem a dar continuidade ao modelo de comunicação bipolar e às disposições de gênero e de sexualidade estruturadas por um longo trabalho social dirigido à permanência, mais do que à transformação da assimetria de gênero e os padrões tradicionais relativamente à sexualidade. Neste sentido, as ações implementadas pela USF do bairro onde se realizou a pesquisa pouco têm contribuído para a redução da vulnerabilidade das mulheres ao HIV/aids, conforme esperado, seguindo-se as diretrizes de algumas políticas e programas do Ministério da Saúde. |