Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Lopes, Ueslei |
Orientador(a): |
Silva, Carla,
Freitas, Patricia |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/13069
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Resumo: |
Geodia gibberosa é uma das espécies que apresentam as maiores distribuições geográfica e batimétrica em comparação com suas congêneres. Com variações significativas na morfologia externa e no conjunto espicular, é considerada uma espécie com alto grau de polimorfismo e, muitas vezes, de difícil identificação. Tais características têm levado diversos pesquisadores a questionar os limites de sua variabilidade e a levantar hipóteses acerca da existência de espécies crípticas. Com o presente estudo, se objetivou avaliar o status taxonômico dessa espécie, aliando informações de morfologia e de biologia molecular, a qual empregou a utilização dos marcadores mitocondriais COI (subunidade I da citocromo c oxidase) e ATP6 (subunidade 6 da ATP sintase). Embora tenham sido observadas variações na morfologia das espículas e registradas categorias de megaescleras nunca vistas no holótipo, não foi possível encontrar nenhum padrão que possibilitasse a separação de G. gibberosa em espécies morfologicamente distintas. Contudo, através das ferramentas moleculares, foi determinada a existência de, pelo menos, três clados fortemente suportados, possibilitando a aceitação da hipótese de que G. gibberosa representa um complexo de espécies. Acrescido a isso, no presente trabalho, é descrita uma nova espécie de Geodia para a costa da Venezuela, com a apresentação de uma chave taxonômica para as 12 espécies nominais agora válidas que ocorrem no Caribe, e registrada a primeira ocorrência de Pachymatisma johnstonia para o oceano Atlântico ocidental. |