Modelo para avaliar o impacto dos treinamentos do Instituto Federal do Amazonas - IFAM
Ano de defesa: | 2013 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Tecnologia BR UFAM Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede.ufam.edu.br/handle/tede/3551 |
Resumo: | Este estudo teve como objetivo principal desenvolver um modelo para avaliar o impacto dos treinamentos custeados aos técnico-administrativos ativos do IFAM/Campus Manaus-Centro e Reitoria, nos anos de 2010 e 2011. Para tanto, a pesquisa configurou-se em um estudo de caso, de natureza qualitativa e quantitativa e a coleta de dados foi realizada por meio de um questionário aplicado junto a 42 técnicos e 15 chefias. Os dados coletados foram submetidos a tratamento estatístico o qual envolveu as medidas de média, desvio padrão e frequência relativa, para comparar a percepção dos grupos avaliados e a partir do instrumento de coleta foi construído o modelo proposto na pesquisa. O referencial teórico do trabalho contemplou nove modelos de avaliação de treinamento. Dentre eles, os mais apropriados para o desenvolvimento do modelo apresentado no trabalho, foram os estudos de Kirkpatrick (1976) e Hamblin (1978), Borges-Andrade (Modelo MAIS) elaborado em 1982 e Abbad (Modelo IMPACT) em 1999, dos quais, os requisitos utilizados para avaliar o impacto do treinamento foram: comportamento no cargo, aprendizagem, desempenho, suporte à transferência da aprendizagem e trabalho. Os resultados alcançados demonstraram que o requisito mais bem avaliado pelos técnicos tratou-se do impacto do treinamento no comportamento no cargo, enquanto que para as chefias referiu-se ao impacto do treinamento no trabalho. Foram contatadas algumas dificuldades apontadas pelos técnicos para participarem de treinamentos no IFAM/CMC quais sejam: oferta, liberação, indisponibilidade, qualidade e transferência do conhecimento. Os resultados permitiram também a verificação da eficácia dos treinamentos dos quais os técnicos fizeram parte. |