Avaliação educacional e a organização do trabalho escolar: polissemias e desafios de integração!?
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Educação Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7064 |
Resumo: | A presente dissertação se origina da inquietação, enquanto profissional, no acompanhamento de escolas, com resultados de desempenho que precisava melhorar em relação à média nacional. Primeiramente a questão que norteou o trabalho foi saber se Avaliação Educacional está a serviço da aprendizagem da comunidade educativa e de como os dados da avaliação chegam em duas escolas na cidade de Manaus e são interpretados pela mesma. Definimos como objetivo principal, analisar as implicações da Avaliação Educacional Externa na Organização do Trabalho Escolar (e na Prática Pedagógica) nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, tendo em vista a relação entre os resultados do desempenho e a avaliação da aprendizagem. A abordagem documental e qualitativa nos oportunizou refletir sobre os modos pelos quais a avaliação externa chega à escola, por meio dos testes, da divulgação dos seus resultados, das mediações engendradas pela gestão do sistema de ensino junto às escolas. Com a abordagem documental, voltamo-nos para estudar, categorizar e analisar os documentos oficiais do Inep e da Secretaria de Educação, configuradora do campo empírico da pesquisa. Com a abordagem qualitativa realizamos processos diálogos em duas escolas vinculadas a um sistema de ensino municipal, utilizamos as procedimentos da abordagem da Análise de Conteúdo e do Discurso do Sujeito Coletivo de Lefreve e Lefreve (2010), com os professores e alunos do 4º e 5º Ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. E, por Crewell (2014) que aponta a investigação qualitativa mista, nos auxiliou na análise dos questionários contextuais. O conceito de Avaliação Educacional foi articulado com referência a diversos autores, tais como Luiz Carlos de Freitas (2002; 2003; 2007, 2013, 2014), Bernadete Gatti e Heraldo Viana, Adriana Bauer (2013), na parte histórica e política e reflexiva tivemos Horta Neto (2009; 2013; 2016; 2017; 2018), Sandra Zaika Souza (2012; 2013; 2016) Alícia Bonamino (1999; 2002; 2012; 2016), Dirce de Freitas 92007) e outros. Nilma Fontanive (2013) para as questões pedagógicas, Klein (2013) nas questões metodológicas dos instrumentos e na análise dos questionários contextuais Soares (2001; 2003; 2004; 2007; 2014; 2016). Avaliação e a relação com o currículo nos pautamos em Sacristán (1998; 2011; 2017). |