Influence of the bubbles in the gel on the effectiveness of in-office tooth whitening in adults: randomized randomized clinical trial

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Romero López, Elder Jossé
Outros Autores: http://lattes.cnpq.br/3065253515589180
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Odontologia
Brasil
UFAM
Programa de Pós-graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9031
Resumo: O peróxido de hidrogênio em altas concentrações é a substância mais utilizada para clareamento em consultório, é uma espécie reativa que libera produtos como o oxigênio e a hidroxila. Fabricantes e alguns estudos relatam que durante este procedimento, formam-se bolhas na interface entre o gel clareador e o dente, e a maioria deles citam que é necessário romper essas bolhas, justificando que, isso pode interferir no sucesso do tratamento, porém, quando se faz uma busca aprofundada na literatura percebe-se que não há discussão com relação a este assunto. Por isso, o presente projeto realizou um ensaio clínico randomizado de boca-dividida, com o objetivo de avaliar se a presença da bolha pode influenciar na eficácia, na intensidade e no risco absoluto da sensibilidade do clareamento dentário de consultório. Os participantes foram divididos em dois grupos de acordo com o rompimento ou não das bolhas do gel, sendo eles: Grupo 1- manutenção das bolhas e Grupo 2 - rompimento das bolhas. O protocolo foi realizado em duas sessões, com a aplicação de um gel de peróxido de hidrogênio (PH) a 35% (Total Blanc Office, DFL, Rio de Janeiro, Brasil), nos elementos dentais 15 ao 25, com um intervalo de 7 dias e clareamento de 45 minutos, cada sessão. A mudança de cor foi verificada com auxílio de duas escalas de cor e espectrofotômetro, no início do estudo (baseline), após uma semana e antes da segunda sessão de clareamento, e 30 dias após o término do tratamento. Já a presença e intensidade de sensibilidade dentária foi registrada através de um diário de sensibilidade respondido pelo paciente, no período até 48h após cada sessão de clareamento por duas escalas: a Escala Visual Análoga (VAS) e a Escala de Avaliação Numérica (NRS). A avaliação da efetividade do clareamento em cada grupo será realizada pelo teste pareado de Wilcoxon. O risco absoluto de sensibilidade dentária foi comparado pelo teste exato de Fisher (p ≤ 0,05) da porcentagem total de participantes (risco absoluto) que apresentaram pelo menos uma vez, a experiência de sensibilidade. A intensidade desta variável, será avaliada pelo teste pareado de Mann Whitney (p ≤ 0,05). Não foi detectada diferença estatística nos termos da eficácia e do risco à sensibilidade e intensidade da sensibilidade entre os grupos após 30 dias do tratamento. Aproximadamente 93% dos participantes experimentaram sensibilidade dentária, que foi registrada principalmente como “leve”. Não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos nas avaliações subjetivas de cor e na avaliação objetiva o ΔE não apresentou diferença entre os dois grupos. A manutenção da bolha no gel de peróxido de hidrogênio ao 35% na face vestibular não afetou a eficácia do clareamento e a sensibilidade dentária.