Thiago de Mello: fortuna crítica (1951-1960)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Lima, Pollyanna Furtado
Outros Autores: http://lattes.cnpq.br/1342021293239120
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Ciências Humanas e Letras
Brasil
UFAM
Programa de Pós-graduação em Letras
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede.ufam.edu.br/handle/tede/3958
Resumo: Esta dissertação de mestrado apresenta o estudo da primeira fase da fortuna crítica de Thiago de Mello. Após um levantamento geral dos textos críticos sobre a obra do poeta, decidiu-se por adotar como corpus de análise apenas aqueles produzidos de 1951 a 1960. Essa fase compreende a crítica dos livros Silêncio e Palavra (1951), Narciso Cego (1952), A Lenda da Rosa (1955) e Vento Geral (1960). Uma parte do material de análise foi encontrada na segunda edição do Vento Geral (1984); a outra parte foi descoberta através de buscas em bancos de dados, bibliotecas, acervos particulares sob domínio público. Como pressuposto teórico, emprega-se os conceitos discutidos por Pascale Casanova, em A República Mundial das Letras, que analisa a tensão nas relações entre autor e crítico, a noção de escritor nacional e universal, os conceitos de moderno e de clássico e as dificuldades comuns de grande parte dos escritores para se impor no espaço literário. Em função da natureza da pesquisa, fez-se necessário o histórico dos diferentes perfis da crítica literária brasileira presente nos estudos de Afrânio Coutinho, Antonio Candido e Flora Süssekind. No resultado da pesquisa, constam as críticas de Álvaro Lins, de Carlos Castelo Branco, de Emanuel de Moraes, de Waldemar Baptista de Salles, de Gilberto Freyre, de Sérgio Milliet, de Manuel Bandeira, de Alcântara Silveira, de Virgínius da Gama e Melo e de Santos Moraes. A análise desses textos revela aspectos relevantes da dinâmica do sistema literário nacional.