Biodegradação de óleo diesel por um consórcio bacteriano isolado do Rio Negro (Manaus, AM) imobilizado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Leal, Thais dos Santos
Outros Autores: Indisponível
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Ciências Biológicas
Brasil
UFAM
Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9921
Resumo: O petróleo é um produto de grande importância social e econômica, relacionada ao elevado consumo de seus derivados. Seus derivados são constituídos por um complexo de hidrocarbonetos, compostos poluentes que são causadores de severos impactos sobre o meio ambiente aquático e terrestre. Ao longo dos anos inúmeras técnicas foram desenvolvidas a fim de mitigar os efeitos negativos ocasionados aos ecossistemas afetados. Com o avanço da biotecnologia, a técnica de biorremediação tem se mostrado promissora, e inúmeros estudos tem avançado tanto nas pesquisas de consórcios capazes de degradar o maior número de substâncias nocivas, como também, na exploração de ferramentas que possam elevar a eficiência da ação dos microrganismos, como a imobilização. O emprego de suportes orgânicos para imobilização por adsorção natural é considerado de fácil execução, além de uma alternativa econômica e sustentável. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência de degradação na forma imobilizada do consórcio bacteriano A3 constituído por Acinetobacter seifertii, Achromobacter xylosoxidans e Pseudomonas (nova espécie), coletada do Porto do Ceasa, Rio Negro, Manaus-AM. A avaliação da capacidade de degradação de hidrocarbonetos foi realizada fornecendo óleo diesel como única fonte de carbono após 7 dias de cultivo a 30 °C. A imobilização foi realizada em suporte sintético de espuma de poliuretano e em suporte lignocelulósicos de casca de cupuaçu e bucha vegetal. Foi evidenciado, a partir da imobilização em bucha vegetal, uma melhora na eficiência da capacidade degradadora pelo consórcio bacteriano A3 em 91,8 %, gerando uma importante ferramenta no combate aos danos ocasionados por derramamentos de petróleo e derivados na região amazônica.