Inovação Urbana como Fator Deflagrador: rumo às Cidades Inteligentes

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Silva, Washington Carlos Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Faculdade de Direito
BR
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Direito
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/9497
Resumo: O presente estudo analisa a estrutura à disponibilidade da cidade para a construção de uma cidade inteligente. Dessa forma, o trabalho é apresentado em três partes: (i) Inovação Urbana e a ideia de cidade humana ; (ii) Políticas Públicas de Fomento à Inovação; e (iii) Financiamento da Inovação Urbana. Na primeira parte, são apresentados os conceitos relativos ao tema, tendo as ideias de Joseph Schumpeter como inspiradoras. Em seguida, são feitas análises de outros pensadores que abordaram o tema inovação, entre eles Milton Santos. São apresentados os destaques que se dão para a tecnologia e o que se convencionou chamar de cidadania inteligente para a inovação urbana , que é a aplicação dos princípios inovadores, com as atenções voltadas para o meio ambiente e à sociedade em busca não apenas de um crescimento econômico mas, aliado a isso, uma boa qualidade de vida, visando ao aumento do desenvolvimento humano brasileiro. A segunda parte é voltada para uma análise das políticas públicas que direcionam as atividades do Poder Público em geral, e também as políticas específicas para a gestão pública e ao fomento à inovação. É apresentado um histórico das políticas públicas, sua transformação de um modelo linear de inovação para um modelo que alcança diversos atores no acompanhamento de sua execução, ou seja, um modelo sistêmico e complexo. Analisa-se o papel fundamental da participação democrática através dos conselhos locais, na elaboração das políticas públicas e do seu controle social. Ressalta-se ainda, nessa parte, o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento da Financiadora de Estudos e Projetos. Por fim, na terceira parte, no Financiamento da Inovação Urbana, destacam-se: o papel do Estado no fomento à inovação, quando os riscos são mais altos e os financiadores privados diminuem drasticamente; o interesse público versus interesse privado no financiamento da inovação; e o financiamento da inovação na transformação de boas ideias em inovação, ou seja, em lucro, seja um ganho econômico, social ou ambiental. São apresentadas as formas de se obter financiamentos desde a concepção de um projeto de inovação, até o seu completo amadurecimento com vista à entrada no capital aberto.