Deixa a gira girar: rodas de conversas e processos identitários de mulheres negras em diferentes espaços de formação
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/10502 |
Resumo: | Este trabalho busca refletir sobre os processos identitários das mulheres negras na contemporaneidade. Inicialmente, parte das mulheres negras na formação de professores em nível de ensino médio (modalidade do antigo Ensino Normal), na Escola do Centro , localizada no Centro da cidade do Rio de Janeiro de onde surge a pesquisa que deu origem a essa dissertação. Compreendendo esta escrita como um processo dialógico, as reflexões também se debruçam em vivências autobiográficas e a relação que há perante o encontrar-se com estas e outras mulheres negras e seus processos de identificação na contemporaneidade, surgidas a partir de rodas de conversas em diferentes espaços de formação. A intenção é que atravessamentos, deslocamentos e demais reflexões ligadas a discursos de descolonização, resistência e desobediência, racismo, mulheres negras e identidades sejam abordados ao decorrer do texto. Partindo de propostas discutidas nas contribuições do grupo de pesquisa Culturas e Identidades no Cotidiano , do qual faço parte, e nos demais espaçotempos dentro e fora do curso de Mestrado destaca-se a literatura como forma de pensar e enxergar o cotidiano, cujos encontros a todo tempo produzem tensionamentos e convergências no dialogismo e na polifonia presentes. Portanto, busco dialogar com as diferentes vozes e seus enunciados que ecoam nesta pesquisa; os estudos da academia, as leituras literárias, as mulheres negras que encontro, numa tentativa de deslocamento rumo a uma desobediência epistêmica, a práticas decoloniais necessárias. Ao tempo que procuro tecer uma escrita que apresente as trocas realizadas dentro e fora da pesquisa, procuro atrelá-las numa proposta de campo estético em relação aos encontros do cotidiano vivido e a identidade e cultura negra que sempre estivera presente, apesar das tentativas coloniais de cegá-la |