Da TV Maxambomba ao midialivrismo audiovisual: subjetividade pós-midia
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação da Baixada Fluminense Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/18597 |
Resumo: | Esta pesquisa narra as diferenças entre as experiências de produção, exibição e transmissão de vídeos por ativistas dos anos 80 na Baixada Fluminense e no Rio de Janeiro, e a transmissão das manifestações de rua realizadas em junho de 2013 no Rio de Janeiro, via internet, pelos midiativistas denominados Mídias Ninja. Pretendemos mostrar que estamos vivendo uma era em que, cada vez mais, as tecnologias influenciam e estão presentes nas relações sociais e contribuem para definir os modos de subjetivação e a produção de subjetividade na contemporaneidade, cujo efeito é uma subjetividade pós-mídia tal como apontava Felix Guattari em 1992. Nosso referencial teórico está baseado em Gilles Deleuze, Feliz Guattari, Michel Foucault e na bibliografia específica da área. Utilizamos também diversas entrevistas com os próprios ativistas protagonistas das duas épocas, narrando suas experiências. |