A rede brasileira de empresas de publicidade: padrões espaciais e interações escalares: 2011-2017
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Geografia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17360 |
Resumo: | A tese trata a publicidade como um serviço avançado disposto em rede de sedes e filiais, articulado em diferentes escalas, conformando padrões geográficos, associados a interações plenas de intercausalidades. Diante da proposição, o nosso objetivo principal é o de analisar estes padrões e os intercâmbios dispostos em diversos níveis escalares. Como recorte temporal, as atenções estão concentradas no período hodierno, captado principalmente pelo Cadastro CEMPRE do IBGE de 2011 e pelo ranking do grupo Kantar IBOPE das 50 maiores empresas em investimento publicitário no ano de 2017. O CEMPRE constitui um acervo de dados como a atividade econômica principal da empresa e o município de pertencimento de sedes e filiais. A listagem da Kantar IBOPE é voltada para o reconhecimento de um mercado hegemônico e autovalorativo. Com base principalmente na elaboração de 26 mapas, os principais resultados quanto à escala intraurbana apontam que a atividade publicitária procura os espaços que apresentam uma maior concentração de capital fixo. Nesta dimensão, as vantagens do “burburinho local” de trabalhadores e empresas estão diretamente ligadas aos contatos que extrapolam a este âmbito de proximidade. Na escala nacional, às concentrações do objeto recaem sobre Centro-Sul brasileiro, especialmente no que tange ao núcleo metropolitano paulista, destacado na tese em seu espaço interno. No trato intermunicipal, a minoria dos municípios está conectada em um Brasil de amplos vazios, notadamente na Região Norte. Quanto aos liames com o exterior, São Paulo (SP) como esperado se apresenta na maior posição. Embora estampando um papel subordinado em relação às megacidades globais como Londres e Paris, os vínculos que a situam em escala planetária confirmam São Paulo como um ponto de interlocução da escala nacional com o exterior, principalmente passando por Nova York. O nosso trabalho neste caso se dispôs a oferecer um panorama de como subespaços do intraurbano e da rede urbana brasileira se articulam internacionalmente. |