O consumo de cultura e lazer no centro histórico do Rio de Janeiro e a integração do espaço da Lapa, Cinelândia e Praça XV
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Geografia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/13258 |
Resumo: | Este trabalho se dedica à análise da integração espacial do centro da cidade do Rio de Janeiro a partir da investigação do consumo de cultura e lazer. O recorte temporal escolhido abrange desde a década de 1980 até os dias atuais, período no qual o centro da cidade passa por um processo de reestruturação urbana, tendo em vista o reforço da centralidade, a atração de investimentos e, em última instância, adequar o centro às transformações sofridas pelo capitalismo. Neste contexto, as atividades de cultura e lazer adquirem um papel importante na atração de investimentos e consumidores ao centro da cidade, fomentando a permanência da população fora do horário de trabalho. Nosso objetivo consiste na compreensão da interação espacial entre Praça XV, Lapa e Cinelândia, no intento de descobrir se estas áreas são integradas ou fragmentadas no período em que os consumidores usufruem o tempo livre. As áreas supracitadas estão inclusas nas políticas direcionadas à promoção de cultura e lazer, graças à sua relevância patrimonial e cultural. Através de trabalhos de campo e de entrevistas realizadas entre os consumidores, buscamos compreender suas motivações, sua frequência, assim como os obstáculos e atrativos ao consumo de cultura e lazer no centro da cidade. Desta forma, pudemos notar que, após o fim das jornadas de trabalho, as áreas estudadas mostram-se desconectadas, revelando a fragmentação espacial. A fragmentação do espaço interno do centro da cidade prejudica a promoção e o consumo de atividades de cultura e lazer, além de entrar em conflito com a ideia de centro, que pressupõe a conexão, o encontro, a aglomeração |