Artes, Aprendizagens, Juventudes e Cidadanias: por práticas fonoaudiológicas revolucionárias
Ano de defesa: | 2016 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/14958 |
Resumo: | Esta dissertação é uma análise das práticas fonoaudiológicas nas oficinas Anima Animação, que utilizam a produção de filmes de animação como forma de estimulação da linguagem e da cognição de adolescentes e jovens de favelas do Rio de Janeiro previamente identificados com dificuldades de aprendizagem. A análise foi desenvolvida a partir dos materiais presentes no Google Drive da Ação 3 (equipe responsável pelas oficinas), que foi elaborado e constantemente atualizado pela equipe entre os anos de 2014 e 2016, e teve por referenciais a Análise Institucional, em específico, a Análise de Implicação, a Cartografia e a Aprendizagem Inventiva. Estes referenciais tornaram possíveis análises e discussões dos processos vividos nas oficinas por meio do questionamento das práticas instituídas, das implicações de todos os participantes e da contemplação da cognição e da linguagem não por uma perspectiva da solução de problemas, mas sim, da invenção de problemas, tendo a produção dos filmes de animação como um plano comum de ação e interação entre sujeitos. Isto permitiu novas compreensões sobre as práticas fonoaudiológicas e seus processos de avaliação e intervenção/estimulação na linguagem e na cognição. Deste modo, foi possível perceber que as práticas fonoaudiológicas e sua aproximação com as artes podem ser revolucionárias na medida que se afasta de seu caráter normativo sobre a linguagem e a cognição, e se aproxima do acolhimento das produções subjetivas no encontro entre fonoaudiólogos e outros sujeitos. Promovendo desta forma novas perspectivas de cidadania para os adolescentes e jovens atendidos |