As bi, as gay, as trava, as sapatão tão tudo organizada pra fazer revolução! Uma análise sócio-antropológica do Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual (ENUDS).
Ano de defesa: | 2016 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Instituto de Medicina Social BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/4374 |
Resumo: | O Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual (ENUDS) surgiu no ano de 2003 como espaço de ação política contra casos de homofobia e machismo no ambiente universitário, além de se constituir como lugar de debate sobre o tema da diversidade sexual . Hoje, já na XIII edição, o ENUDS reúne grupos e coletivos que se articulam em torno da temática sobre gênero e sexualidade e visa se consolidar como espaço de discussão acadêmica e política . Em vista disto, a pesquisa busca reconstruir a trajetória sócio- antropológica dos Encontros de modo a analisar as dinâmicas e nuances que se processam dentro de seu espaço, como as formas de organização política, a inserção de novos sujeitos e identidades e o diálogo com a academia . A primeira parte do trabalho se dedicará à reconstrução histórica das edições. Assim, para percorrer as edições do ENUDS, serão utilizados materiais colhidos do evento em campo sobre as Edições passadas e informações oriundas das entrevistas semiestruturadas com participantes e ex-participantes. A segunda parte do trabalho se propõe analisar as categorias que surgem no campo como: grupo/coletivo , ativista/militante , institucionalizado/ não-institucionalizado e horizontalidade . Na terceira parte desta dissertação é explorado como se manifestam os ideais de liberdade sexual, dissolução da hierarquia e convenções de gênero e a prática política da fechação nos espaços do ENUDS a partir de uma categoria central no campo: a experiência . Procuro, portanto, explorar as argumentações que justificam essa vivência , bem como os momentos de limites e tensões dessesideais. |