Aderência de Escherichia coli em diferentes tempos de armazenagem e adesão de elementos sanguíneos em materiais restauradores odontológicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Leite, Evelyn Lopez lattes
Orientador(a): Pilatti, Gibson Luiz lattes
Banca de defesa: Tonetto, Mateus
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual de Ponta Grossa
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Departamento: Departamento de Odontologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/2595
Resumo: A escolha do material para procedimentos restauradores e protéticos em regiões subgengivais ou próximas as margens da gengiva deve considerar a capacidade de formação de biofilme e adesão de elementos sanguíneos. O acúmulo de microrganismos nesta área pode favorecer o desenvolvimento de doenças periodontais. Além disso, a adesão do coágulo é essencial para a cicatrização após terapia periodontal. Este estudo avaliou características superficiais, formação de biofilme (Escherichia coli) e a adesão de elementos sanguíneos em materiais odontológicos. Na formação de biofilme avaliou-se os materiais Resina Acrílica (RA) (n=20); Resina Composta (RC) (n=20); Ionômero de Vidro Autopolimerizável (IA) (n=20); Ionômero de vidro Fotopolimerizável (IF) (n=20), nos tempos de 1 ano (Grupo 1) e 24 horas (Grupo 2) de armazenagem em água destilada. Caracterização inicial: Microdureza Vickers (MV), Microscopia de Força Atômica (Rugosidade) (MFA), Microscopia Eletrônica de Varredura com Fonte de Emissão de campo (MEV-FEG). As amostras foram divididas em Grupo Controle (n=10) e Grupo Experimental (formação de biofilme) (n=10). Novas avaliações: MV; MFA; MEV-FEG – avaliação qualitativa; Espectrofotômetro e Contagem de UFC/mL– análise de formação de biofilme. Avaliou-se também a adesão sanguínea pelo Índice de Adesão de Elementos Sanguíneos (IAES) - MEV-FEG, em RA (n=15); RC (n=15); IF (n=15) e IA (n=15). No Grupo 1 a maior formação de biofilme foi na RA*, já no Grupo 2 foi encontrada no IF. Este último material também apresentou a maior adesão de elementos sanguíneos. Enquanto que a menor adesão foi observada na RA. Conclui-se que as características superficiais de materiais restauradores podem agir de maneira isolada, sem influenciar significativamente a formação de biofilme e que os materiais testados apresentaram adesão de elementos sanguíneos de maneira semelhante. (* Diferença estatisticamente significante p<0.05).