Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Avila, Oscar Rubini |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.uel.br/handle/123456789/12645
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Resumo: |
Resumo: Introdução: O plasma rico em plaquetas (PRP) faz parte de um conjunto de biotecnologias desenvolvidas para o emprego na bioengenharia tecidual, fornecendo uma série de fatores de crescimento que favorecem o reparo de diferentes tecidos As telas de polipropileno são utilizadas na correção de defeitos da parede abdominal, do assoalho pélvico e na incontinência urinária de esforço (IUE), entretanto apresenta taxas significativas de complicações, provavelmente decorrente de uma resposta inflamatória inadequada Objetivo: Investigar as alterações provocadas pelo PRP quando associado ao implante de telas de polipropileno em abdome de coelhas, na produção de colágeno tipo I e tipo III, no infiltrado inflamatório e na produção do tecido muscular Métodos: Realizaram-se implantes abdominais de telas de polipropileno com e sem PRP em coelhas adultas (n=3) e eutanásia com 7, 3 e 9 dias Foram confeccionadas 2 lâminas para cada animal e analisadas em cinco diferentes campos de cada lâmina por cada uma das técnicas de coloração O infiltrado inflamatório foi avaliado pela quantificação de células inflamatórias usando coloração por hematoxilina-eosina, a deposição do colágeno pela técnica de Picro-Sirius e o tricômio de Masson foi usado para avaliar estruturas musculares Analisou-se os resultados com os testes de Wilcoxon, Kruskal-Wallis, Junckheere e Friedmann Resultados: Houve diferença significativa do aumento do número de células inflamatórias no grupo com PRP se comparado com o grupo sem PRP (p=,1) aos 9 dias Ocorreram produções aumentadas de colágeno tipo I, tipo III e total com o uso do PRP, aos 7 dias Não houve alteração na análise de estruturas musculares Conclusão: O revestimento de tela de polipropileno com PRP associou-se com aumento de leucócitos no local do implante, e com tendência de incremento no decorrer do processo de reparação tecidual O revestimento de tela de polipropileno com PRP associou-se com aumento da concentração de colágeno tipo I e colágeno tipo III, sendo a concentração de colágeno total aumentada após 7 dias do implante O revestimento de tela de polipropileno com PRP não se associou com alteração da área do tecido muscular adjacente ao implante |