Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Santos Neto, João Furtado dos |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18322
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Resumo: |
Este estudo teve como objetivo compreender de que maneira a industria da construção civíl se comporta perante as emissões de dióxido de carbono em 42 países mais o restante do mundo, realizando a decomposição estrutural e usando dos efeitos tecnologia, intensidade, estrutura e volume da demanda final para identificar os impactos nas emissões de , além de visualizar os efeitos diretos e indiretos na industria realizando um comparativo entre os anos de 2000 e 2014. A metodologia utilizada foi o modelo insumo-produto ampliado para coeficientes ambientais para assim calcular gerador, multiplicador e transbordamento. Os resultados mostraram que elaborado um ranking de principais contribuintes para as emissões de dióxido de carbono, no ano de 2000 os Estados Unidos lideravam o mesmo, enquanto que em 2014 a China passava a ser o princial emissor. Os números da decomposição estrutural revelaram que o efeito intensidade foi o principal fator para o controle e diminuição nas reduções de , refletindo os esforços em adotar novas tecnologias menos poluentes, já o efeito que mais corrobora para a geração de dióxido de carbono foi o volume na demanda final, ligando assim o setor como chave nos processos de desenvolvimento dos países. Em 2014 a líder do ranking geração de China, gerava1,49 Gigagramas dada uma variação de um milhão de dólares na demanda final, aproximadamente 11 vezes mais que a Noruega, país mais sustentável quando olhada a geração dada variação na demanda final. Outro ponto de relevância nos resultados foi a forte presença de países do BRIC nos rankings absolutos e relativos, sendo suas cadeias produtivas as principais contribuintes para colocação do grupo econômico como destaque nos números. Por fim, o nível de transbordamento (efeito outsourcing) sofreu elevação quando comparados os anos chegando a 72% no caso da Holanda, causa essa atrelada a implementação de metas acordadas em tratados climáticos, prática feita pelos países para se enquadrarem dentro de seus objetivos, com países europeus liderando o ranking de importação de dióxido de carbono |