Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Moretto, Sarah Lott |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17099
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Resumo: |
Os tumores são heterogêneos e incluem, além das células neoplásicas e do estroma circundante, as células do sistema imunológico. Os linfócitos T CD8+ ativados apresentam grande importância na resposta antitumoral. A proteína de morte celular programada 1 (PD-1), expressa principalmente por linfócitos T, faz parte de um importante ponto de checagem da resposta imune, podendo contribuir para a tumorigênese quando associado ao seu ligante PD-L1 ou PD-L2, expresso por células tumorais. Sabe-se que polimorfismos genéticos podem causar alterações estruturais e quantitativas, influenciando na resposta imunológica. Nesse contexto, este estudo teve por objetivo analisar as variantes alélicas 7146 G>A (rs11568821) e 7209 C>T (rs41386349) do gene PDCD1, o qual codifica para a proteína PD-1, em 204 pacientes com câncer de mama e em 400 mulheres livres de câncer, e correlacioná-las com parâmetros clínico-patológicos. A extração do DNA foi realizada a partir de amostras de sangue periférico e após a execução da técnica de reação em cadeia da polimerase, seguida de digestão enzimática (PCR-RFLP), os fragmentos de DNA foram separados por eletroforese em gel de acrilamida para genotipagem e análise. Neste estudo de associação caso-controle, verificou-se que portadores do alelo A do polimorfismo genético 7146 G>A do gene PDCD1 têm risco maior de desenvolver câncer de mama (OR = 2,42; IC 95% = 1,59 - 3,69; p < 0,001). Esse polimorfismo também se correlacionou com amostras positivas para receptores de estrogênio (τ = 0,25; p < 0,01) e progesterona (τ = 0,17; p = 0,021). No entanto, nenhuma associação entre a variação 7209 C>T e o câncer de mama foi encontrada. Esses resultados relacionados ao polimorfismo PD-1 7146 G>A podem contribuir como um marcador potencial de suscetibilidade e prognóstico para câncer de mama. |