A Politica de Saude Bucal na Atencao Primaria do Estado do Ceara: 1994-2003

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Pequeno, Lucianna Leite
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=29786
Resumo: A Politica de Saude Bucal do Ceara deve ser compreendida no contexto das politicas estadual e nacional de saude e de saude bucal e, essencialmente, no contexto do perfil demografico, socio-economico, epidemiologico e sanitario da populaçao cearense. O estudo e a analise critica da implementaçao desta politica na Atençao Primaria a Saude-APS do Ceara, no periodo 1994-2003, e o objetivo desta investigaçao. Trata-se de um estudo de caso, retrospectivo, qualitativo, analitico-critico e propositivo. Como instrumento de investigaçao utilizou-se o levantamento documental, o diario de campo e a entrevista aberta. Para interpretaçao das entrevistas utilizou-se a Analise de Discurso. As consideraçoes gerais centram-se na constataçao de que o Ceara nao possui uma Politica de Saude Bucal realmente definida e priorizada na APS, permitindo concluir que sua implementaçao na APS traduz a lentidao e a marginalidade com que tem sido conduzida e operacionalizada. O modelo assistencial nao tem refletido o que prega o Programa de Saude da Familia-PSF. Recomenda-se aos Governos a avaliaçao do PSF, incluindo a Saude Bucal, enquanto estrategia de mudança do modelo assistencial. Aos gestores municipais a definiçao clara de recursos financeiros, humanos e materiais necessarios e de sua fonte de financiamento. As entidades de classe o envolvimento no processo de elaboraçao e definiçao das politicas de saude. As instituiçoes formadoras as mudanças curriculares a fim de que possibilitem maior fundamentaçao teorica-pratica para as atividades na saude publica. Aos profissionais da equipe de saude bucal a incorporaçao ao trabalho em equipe no ambito da vigilancia a saude.