Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Goncalves, Maria das Gracas dos Santos |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=69818
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Resumo: |
RESUMOO envelhecimento populacional é um fato concreto. Segundo últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (2010), o número de pessoas com mais de 60 anos de idade passou de 14,8 milhões, em 1999, para 21,7 milhões, em 2009. Um número que até ano 2020 poderá ultrapassar os 30 milhões de idosos. Mas o que seria motivo de alarme, para especialistas no assunto, ao contrário, revela-se como algo a ser comemorado: o idoso ocupa hoje e cada vez mais, um papel de destaque na sociedade, sendo necessária uma maior reflexão sobre o aumento da expectativa de vida na terceira idade, visto que quando se chega próximo dos 30 anos de idade o corpo já começa a se deteriorar e uma pessoa sedentária chega aos 80 anos com muitos problemas de saúde. A saúde é um bem e como tal deve ser provida com critério e responsabilidade. Estudos que tentam definir o envelhecimento bem sucedido têm em comum valorizar os efeitos ambientais sobre o organismo no favorecimento da manutenção da saúde física e mental, através da dieta, do estilo de vida, das rotinas diárias, do grau de apoio social, da vida emocional, da qualidade e quantidade de atividade física praticada para efeito de autonomia e autocontrole. Os estudos demonstram também que, permanecer ativo e produtivo é componente essencial para envelhecer com sucesso. Tais achados oferecem bases para o delineamento de intervenções de profissionais de saúde enfocando atividades físicas capazes de implementar o desempenho funcional em idosos. Dentre as condições geradoras de incapacidades que podem contribuir para um declínio da qualidade de vida na população idosa tem destaque o sedentarismo e a instabilidade postural. Resultado de fatores envolvendo muitos sistemas orgânicos no processo de envelhecimento, a instabilidade postural favorece quedas acidentais que constituem um dos graves problemas que ocorrem com frequência com os idosos, as quais estão associadas a alterações estruturais e funcionais que prejudicam a independência física. Diante do exposto, o objetivo principal do estudo foi de investigar a importância da atividade física no processo do envelhecimento e sua contribuição à independência física e qualidade de vida. A metodologia adotada no trabalho foi a pesquisa bibliográfica realizada em obras de autores como NERI e FREIRE (2000) RAUCHBACH (2001) BENEVIDES (2003) NAHAS (2003) entre outros que abordaram o assunto em seus estudos. Conclui-se que, para o idoso poder caminhar com maior segurança, rapidez e independência, é imprescindível que ele receba cuidados específicos à sua condição e que pratique alguma atividade física na manutenção da qualidade de vida, com o devido acompanhamento ou prescrição profissional.Palavras-chave: Envelhecimento atividade física qualidade de vida. |