Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
ANTENOR, GISELE APARECIDA CHAVES |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=89365
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Resumo: |
<div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">A transformação dos resultados de pesquisa científicas e tecnológicas em novos produtos, processos e serviços das Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTs) para o mercado é hoje pauta do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI). A partir da regulamentação do Marco Legal Brasileiro de Inovação foram estabelecidos mecanismos pelas quais as ICTs possam viabilizar transferências tecnológicas e as interações com o setor produtivo. Apesar dessas relações na teoria serem imprescindíveis, na prática, enfrentam obstáculos como a falta de conexão entre as ofertas tecnológicas das ICTS e as demandas do mercado. Uma lacuna emerge sobre o grau de maturidade científica e tecnológica das ICTs para o mercado e suas possíveis relações com mecanismos aprendizagem, colaboração e de transferência tecnológica, o que estimulou a questão de partida desse estudo. Para elucidar a questão realizou-se uma pesquisa com abordagem qualitativa e natureza aplicada, cujo objetivo foi descritivo, com procedimentos de pesquisa de campo, por meio de entrevistas semiestruturadas. A análise de conteúdo com triangulação das evidências empíricas e comparação dos resultados foi aplicada para compreensão das percepções dos pesquisadores entrevistados. Foram analisados dezessete projetos, sendo três da UFC, seis do IFCE, três da UNIFOR e cinco da UECE. Os resultados demonstram que há indícios de relações entre o nível de TRL com os mecanismos propostos. Verificou-se que os grupos de pesquisa com TRL mais maduras na escala também são aqueles em que os grupos demonstraram maior experiência, com a característica acumulativa do aprendizado. Identificou-se que os grupos utilizam com frequência os mecanismos de colaboração, seja técnica, científica, dentro da sua instituição ou com outras, apesar de não ter sido possível identificar um padrão que possa estabelecer uma relação direta. Quanto aos mecanismos de transferência de tecnologia, percebeu-se a busca contínua dos pesquisadores para a transferência de seus inventos para o mercado, principalmente na forma de spin-offs e projetos de desenvolvimento colaborativos com o setor produtivo. Todos os projetos pesquisados nasceram com a intenção aplicada, ou seja, de se tornar um produto. Há indícios ainda de que o apoio institucional dos NITs e demais instrumentos da organização para apoiar os pesquisadores pode afetar positiva ou negativamente na evolução da maturidade tecnológica. O estudo contribui para a elucidação da questão de partida e sugere que outras relações e fatores envolvidos sejam analisados em estudos futuros.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Palavras-chave: Maturidade Tecnológica. Colaboração. Aprendizagem. Transferência de Tecnologia. Projetos Científicos e Tecnológicos.</span></font></div> |