Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Costa, Micheline da Cruz |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=52779
|
Resumo: |
O número de trabalhadores no Brasil cresceu nos últimos anos. Em dezembro de 2005, a população ocupada era 20,2 milhões apresentando um crescimento de 2,4% em relação a dezembro de 2004. Na maioria das vezes, esses trabalhadores são submetidos a longas jornadas de trabalho em condições insalubres, o que os levam a faltar o emprego por doenças, muitas das quais poderiam ser evitadas. O horário de funcionamento nos serviços de saúde pública pode constituir-se uma barreira na busca do atendimento. Para atender essa demanda social a Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza em 2004 começou a implantar o terceiro turno de atendimento nos Centros de Saúde da Família. Objetivando avaliar o acesso dos trabalhadores ao atendimento no terceiro turno foi realizado um estudo descritivo em um Centro de Saúde, com 15 trabalhadores. A entrevista semi-estruturada foi o instrumento utilizado e os dados coletados foram organizados em quatro categorias. Os resultados apontaram para a aprovação do terceiro turno por parte dos usuários, que identificaram as dificuldades de acesso e apresentaram possíveis soluções para a problemática.Palavras-chave: Saúde do Trabalhador, Acesso aos Serviços de Saúde, Enfermagem do Trabalho. |