Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Ribeiro, Yanara Pinheiro Carvalho |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso embargado |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=115240
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Resumo: |
Por muito tempo as ações em ambiente hospitalar foram norteadas pelas habilidades, talentos e conhecimentos individuais. A atividade médica tinha características de arte. Hoje percebemos a necessidade de a medicina evoluir e se envolver com processos. Um dos maiores idealizadores dessa mudança foi Avedis Donabedian (1919-2000). Na década de 1980 a Organização Mundial da Saúde (OMS) / World Health Organization (WHO) recomendou o uso de programas de garantia da qualidade nos sistemas de saúde dos Estados Membros. A escolha de uma ferramenta de qualidade depende da complexidade do que se quer avaliar. Em Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) esta escolha se torna complexa devido a grande quantidade de variáveis e a maior probabilidade de eventos adversos. Uma das formas utilizadas são os check lists que avaliam os protocolos em sua adesão e eficiência de suas ações. Estes também favorecem a obtenção de indicadores. Um check list clássico e consagrado em UTIs é o S.U.S.P.E.I.T.A. P.A.R.A. O. B.E.M. que aborda situações que aumentavam a mortalidade, independentemente do diagnóstico na internação. Este mnemônico trata sobre Sedação; Úlcera péptica; Suspender cabeceiras; Períneo; Escaras; Infecção de cateter; TVP (trombose venosa profunda); Alimentação; Pressão das vias aéreas; Analgesia; Retirar do leito; Antibióticos; Oftalmo proteção; Balonete; Extubação; Metabólico. Nesse contexto, as novas ferramentas, como Business Intelligence, podem trazer uma percepção ampla de variáveis independentes em tempo real, trazendo a possibilidade de ações reparadoras rápidas e desfechos clínicos mais favoráveis. Este estudo objetivou desenvolver uma metodologia de codificação das críticas e compilação de dados, favorecendo a aplicação de ferramentas de Business Intelligence, desenvolvendo uma ferramenta para gestão de risco e acompanhamento de protocolos em terapia intensiva. Foram consolidados 110 diárias,16 protocolos,1760 entradas de dados. Foram fornecidos dados concretos sobre: adesão aos protocolos; código de cada protocolo por dia; média do mês desses códigos; e distribuição destes valores por indivíduos; ou contabilizando todos os valores do mês. O sistema demonstrou a capacidade de avaliar a adesão e a regularidade na compilação dos dados, utilizando parâmetros pré-estabelecidos. Isso facilitou a análise, permitindo a formação de indicadores e a correlação com os desfechos. |