Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Portela, Ingrid Bezerra |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=107093
|
Resumo: |
Objetivo: analisar o risco de mortalidade e desfecho desfavorável em pacientes com TCE. Metodologia: coorte retrospectiva da análise de 75 prontuários de pacientes com TCE, no hospital de urgência e emergência no atendimento a vítimas de trauma, Fortaleza-CE, de Nov/2020 a Jan/2021. Foram calculados o risco de mortalidade em 14 dias e de desfecho desfavorável em 6 meses, segundo o modelo prognóstico do estudo The Corticosteroid Randomization After Significant Head Injury (CRASH). Resultados: demonstraram maior distribuição na faixa etária entre 19-29 anos (29,3%), predominância do sexo masculino (81,3%), raça parda/preta (74,7%), um maior número de acidentes foi aos domingos (28,0%), em cidades do interior do Ceará (64,0%). Em relação as variáveis do laudo da TC de crânio admissional, o desvio da linha média foi visto em (42,7%) pacientes, (41,3%) hemorragia subaracnóide e hemorragias patequiais (40,0%). Através da calculadora do estudo CRASH, o maior risco de mortalidade em 14 dias atingiu (97,7%) e o de desfecho desfavorável em 6 meses (99,9%). Em 14 dias, (9,3%) dos pacientes evoluíram a óbito e (32,0%) de alta. No desfecho desfavorável em 6 meses (63,6%) apresentaram algum tipo de incapacidade grave, (25,0%) não desenvolveram sequelas e (11,4%) foram a óbito. (83,3%) adquiriram sequela física, (70,0%) cognitiva e (23,3%) comportamental/emocional. Conclusão: O conhecimento epidemiológico e clínico das causas do TCE, possibilita a implantação de medidas para controle dos fatores de risco para a mortalidade e do desenvolvimento de sequelas incapacitantes. Enfatiza-se, também, a elaboração de protocolos de tratamento para o TCE como também a utilização de modelos prognósticos práticos a fim de que os diagnósticos sejam identificados e os fatores de risco prevenidos ou minimizados precocemente. |