Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Damaceno, Cristiano |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/17372
|
Resumo: |
Em 17 de janeiro de 1936 estreava no teatro da sociedade Harmonia Lyra, em Joinville, a ópera Yara, composta em 1931 por Josef Prantl (1895-1951), ou Pepi Prantl, como era conhecido o compositor, pianista e regente austríaco radicado em Joinville entre o final de 1929 e 1937. Yara é mencionada nos jornais da época como a "primeira ópera catarinense" ou ainda a "primeira ópera teuto-brasileira". O libreto de Otto Adolf Nohel narra a história trágica de amor no Paraná entre o imigrante alemão Rolf e a índia Yara e foi escrito em alemão logo antes da Campanha de Nacionalização, que em 1937 proibiria os textos na língua. Baseando-se em um levantamento em jornais entre o período de 1930 até 1937, sobretudo no jornal Kolonie Zeitung de Joinville, e de documentos do Arquivo Histórico de Joinville, este trabalho tem como ponto central a atuação de Pepi Prantl e de sua esposa, Lotte Prantl, em Joinville e outras cidades do Sul, destacando a incorporação progressiva de elementos brasileiros visando a iminente Campanha de Nacionalização, não somente em suas práticas como também em outros repertórios executados no Harmonia Lyra, tendo a ópera Yara como referência icônica deste processo. |