Aprendizado como potência de agir: uma tentativa na alfabetização
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | eng por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Palavras-chave em Inglês: | |
Link de acesso: | https://repositorio.ucs.br/11338/9688 |
Resumo: | O tema alfabetização ensaia junto à filosofia da educação da diferença por meio de uma tentativa de aproximar o aprendizado como potência de agir à alfabetização. A partir da problematização, o objetivo ensaia a tentativa por meio de três capítulos, nos quais a primeira parte traz as memórias de infância que conduziram à problematização da posição de não-aprendizagem a partir do tema aprendizado e a potência de agir; a seguinte mostra a aprendizagem e sua ligação com as pedagogias de alfabetização e a representação; e a terceira e última parte é a tentativa, por meio da qual o estudo da potência de agir dos corpos de Spinoza, por Deleuze (2002; 2019), e sua capacidade de afecção em encontros uniu-se à educação, e ensaiou-se uma abertura, traçando assim, possibilidades na alfabetização. A tentativa afirma o aprendizado como potência de agir, ou seja, o aprendizado que entra no jogo das afecções (DELEUZE, 2002; 2019) e a ideia-afecção (o corpo é mais afectado do que afecta outro corpo) permite abrir a defesa de na área da alfabetização investindo na perspectiva da ética. [resumo fornecido pelo autor] |