O canto da igreja “em saída” : uma releitura da Evangelii Gaudium à luz do magnificat
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Humanidades Brasil PUCRS Programa de Pós-Graduação em Teologia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/10766 |
Resumo: | A presente dissertação de mestrado O Canto da Igreja “em saída” realiza uma releitura da Exortação apostólica Evangelii Gaudium à luz do Magnificat (Lc 1,46-55) em perspectiva eclesiológica. Na primeira parte, apresenta-se um estudo hermenêutico sobre a figura bíblica de Maria de Nazaré, sobre a narrativa da visitação (Lc 1,39-45) e o próprio canto do Magnificat. Na segunda parte, investiga-se a gênese e as raízes teológicas do pensamento do Papa Francisco. Trata-se de uma eclesiologia que valoriza o mistério da Encarnação, a fé inculturada, a vocação materna da Igreja e a piedade popular. Aprofunda-se os quatro princípios apresentados por Francisco na EG: o tempo é superior ao espaço; a unidade prevalece sobre o conflito; a realidade é mais importante que a ideia; e o todo é superior à parte. A dialética de Francisco é apresentada na pesquisa como “visão poliédrica da realidade”, através da qual, se torna possível superar a polarização, respeitando-se as diferenças. Na terceira parte, destaca-se o papel decisivo que o Espírito Santo exerce na eclesiologia de Francisco, quer seja na mística popular ou no caminho sinodal da Igreja. Busca-se, à luz do Magnificat, indicar aplicações da EG nas dimensões pastoral, social e planetária; e demonstrar que não há ruputra entre alegria e profecia, entre louvor e compromisso social. Aborda-se questões pastorais concretas e propõe-se a conversão ecológica e a evangelização inclusiva como caminhos pastorais para a Igreja “em saída” do século XXI. Ao final, com base na pesquisa realizada sobre a EG e o Magnificat, oferece-se, brevemente, algumas contribuições a respeito das comunidades eclesiais misionárias. |