Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2006 |
Autor(a) principal: |
Anjos, Alessandra Marques dos |
Orientador(a): |
Nunes, Magda Lahorgue
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Medicina/Pediatria e Saúde da Criança
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Departamento: |
Faculdade de Medicina
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País: |
BR
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1377
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Resumo: |
Objetivos: Descrever os casos de ALTE acompanhados prospectivamente no Hospital São Lucas da PUCRS, determinando a prevalência e as causas de ALTE em crianças de 0 a 2 anos e sua associação com caracteristicas clínicas. Métodos: Estudo transversal com coleta prospectiva de dados para determinar a prevalência de ALTE em crianças de zero a 2 anos internadas no Hospital São Lucas com descrição das características destes pacientes. Realizado estudo de coorte para avaliar o seguimento destes pacientes. Realizada regressão logística com as variáveis de maior relevância clínica : sexo, idade, idade gestacional, problema neurológico neonatal, antecedentes médicos, ciclo sono-vigília, tratamento psiquiátrico materno. Resultados: A prevalência de ALTE foi 4,2%. Predomínio masculino em 73,3%, até 3 meses em 80%, em crianças nascidas a termo (70%), 13,4% com problemas neurológicos neonatais, 10% com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e 20% com doença prévia , história de vacinação prévia em 3,3%. 83% dos episódios ocorreram em vigília, tabagismo materno em 13,3% e 6,7% das mães realizaram acompanhamento psiquiátrico. Foram descritos 53,3% de casos idiopáticos, 20% de refluxo gastroesofágico, 13,3% de causas neurológicas. Não houve significância estatística entre as variáveis estudadas. Não ocorreu relato de morte súbita. Conclusão: A prevalência, a frequência de casos idiopáticos e causas determinadas assemelham-se à descrita previamente na literatura. O pior prognóstico relacionou-se com malformação do sistema nervoso central. As variáveis estudadas não foram preditivas quanto a recorrência do episódio de ALTE, nem influenciaram na elucidação do diagnóstico. |