Auto-regulação das instituições financeiras: a experiência da ANBID

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Calado, Luiz Roberto
Orientador(a): Famá, Rubens
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Programa de Estudos Pós-Graduados em Administração
Departamento: Faculdade de Economia, Administração, Contábeis e Atuariais
País: BR
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/1164
Resumo: A palavra confiança exprime em que se fundamenta o mercado financeiro contemporâneo. Esse indicador, ou melhor, sentimento, pode ser incrementado com a adoção de regulações rígidas e eficientes, as quais podem ser elaboradas pelas Organizações Auto-Reguladoras (OAR), cuja atuação se pauta por meio de seus Códigos de Auto-Regulação. A questão que se impõe é investigar se, efetivamente, a OAR contribuiu para a construção de um ambiente institucional mais confiável na perspectiva dos agentes envolvidos. Partindo da compreensão do conceito de regulação e dos aspectos históricos brasileiros a este relacionados, este estudo investiga e analisa a percepção dos profissionais do mercado e seus clientes em relação à auto-regulação do sistema financeiro, propondo, também, uma epistemologia para esse segmento. Focou-se a atuação da Associação Nacional dos Bancos de Investimentos (ANBID), entidade que implementou quatro diferentes Códigos de Auto-Regulação. Este estudo, de caráter exploratório e qualitativo, foi subsidiado por fonte primária de dados, questionário aplicado, e secundária, obtida na pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE). Foram discutidas dimensões que avaliaram a confiança dos agentes nos mercados em que a OAR atua, houve sinalização favorável à sua atuação, por outro lado observou-se a carência de informação sobre o papel do auto-regulador, sobretudo àqueles que não exercem atividade profissional atrelada ao mercado financeiro. Este trabalho recomenda que haja o máximo incentivo à auto-regulação, concomitante a promoção adequada na divulgação das iniciativas da OAR