[pt] ESTUDO DOS ÍNDICES DE SUSTENTABILIDADE APLICADOS EM RETRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: PEDRO BREGALDA DO CARMO BORBA NEVES
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=59437&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=59437&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.59437
Resumo: [pt] Assim como qualquer item, uma construção possui uma vida útil que considera o seu nascimento como momento que ela é concebida em projeto, e sua morte como sendo sua demolição final. Durante sua vida uma construção deve passar por manutenções (preventivas, adaptativas e corretivas) que permitem o prolongamento do seu uso, mantendo o seu nível de desempenho dentro do aceitável. Muitas vezes as ações corretivas se dão em períodos curtos de tempo, intervalos abaixo do esperado por seus usuários ou administradores. Obviamente toda intervenção trás consigo um custo financeiro, que cresce dependendo do momento em que ela ocorra dentro da vida da construção. Muito além do custo financeiro, toda atividade causa impacto no meio ambiente, gerando assim um custo ambiental. Determinar o preço ambiental do refazimento de uma obra, em um curto espaço de tempo (menor que o esperado) ilustra o peso deste custo, muitas vezes invisível ou negligenciado, é necessário. A Análise do refazimento de uma obra devido a falhas construtivas que trouxeram uma drástica queda no desempenho no uso do empreendimento demonstrou que o custo ambiental é proporcionalmente muito maior que o custo financeiro esperado. Sabendo que o custo financeiro de correções construtivas ao longo da vida do imóvel cresce em uma progressão geométrica de base 5, permite comparar o quanto o custo ambiental pode desequilibrar a sustentabilidade. Analisando que a intervenção de uma área de 4.200 m quadrados utilizou uma área ambiental de 1.360.000 m quadrados, faz com que os sinais de alerta se acendam demonstrando que a correção de um erro construtivo é muito maior para o meio ambiente que o custo financeiro envolvido.