[pt] AINDA TEMOS MUITO PARA CAMINHAR, MAS A MENINA DOS OLHOS É A FORMAÇÃO: POLÍTICAS PÚBLICAS E ESCOLARIDADE DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Ano de defesa: | 2012 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=20550&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=20550&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.20550 |
Resumo: | [pt] A inclusão das creches e pré-escolas nos sistemas municipais de educação e a expansão crescente das matrículas nesta etapa trouxeram à tona a discussão sobre a qualidade na educação infantil e, consequentemente, sobre a formação de seus profissionais. A Lei número 9.394/96 avançou ao determinar que o professor da educação infantil fosse formado em nível superior. No entanto, é necessário perceber se este princípio legal tem se efetivado no âmbito dos municípios. Nesse contexto, o objetivo desta pesquisa é investigar se os governos municipais valorizam e oportunizam a formação dos profissionais de educação infantil em nível superior. O material empírico que provoca esta análise foi construído a partir de questionários respondidos pelas administrações municipais de 16 municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, dos dados sobre a escolaridade dos profissionais nestes municípios e de entrevistas com gestores responsáveis pela educação infantil em 24 municípios do estado. Foi possível perceber que a presença de profissionais formados em nível superior nestas redes de ensino é modesta, o que contrasta com o discurso de valorização da formação proferido pelos gestores. No entanto, estas contradições se explicam quando são levados em consideração fatores como diferenças entre a formação de professores e auxiliares, exigências de escolaridade no ingresso e fragilidade dos vínculos empregatícios. Na maior parte dos municípios pesquisados faltam políticas consistentes de elevação da escolaridade dos profissionais. |