[pt] A INTERNET NA PRÁTICA DOCENTE: NOVOS DESAFIOS E CONFLITOS PARA OS EDUCADORES
Ano de defesa: | 2004 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=4678&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=4678&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.4678 |
Resumo: | [pt] A difusão da Internet resultou em profundas transformações sociais, econômicas e culturais. No que concerne à educação, há fortes pressões para a sua aplicação no cotidiano pedagógico. Neste cenário, o professor emerge como o principal responsável pela introdução das novas tecnologias no ambiente escolar e pelas transformações na prática pedagógica que essas tecnologias tornam necessárias. Este desafio, por sua vez, parece ser uma fonte de conflitos pessoais, tensão e sofrimento para esses profissionais. Com o objetivo de investigar os problemas pessoais e/ou profissionais que estão enfrentando, foram entrevistados 20 professores do ensino fundamental e médio, que utilizam esta tecnologia com seus alunos. A análise de seus depoimentos revela que, confrontados com as novidades trazidas pela Rede, esses docentes estão re-avaliando sua participação no processo pedagógico em pelo menos três setores, para eles particularmente nevrálgicos. (1) Estão revendo a concepção de conhecimento - aquela da transmissão de verdades estabelecidas - que tradicionalmente tem sustentado as práticas pedagógicas. (2) Estão questionando o papel do professor como dono do saber na era da informação e tentando reconstruir sua identidade profissional perante uma realidade que subverte as expectativas e hierarquias tradicionais. (3) Estão re- avaliando a estabilidade de seus empregos, com medo de serem substituídos ou excluídos do mercado de trabalho em educação - por máquinas ou por professores mais jovens que dominam sua operação. |