[pt] TIPANDO LINGUAGENS DINÂMICAS: UMA REVISÃO

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: HUGO MUSSO GUALANDI
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: MAXWELL
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=26999&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=26999&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.26999
Resumo: [pt] Linguagens de programação tem tradicionalmente sido classificadas como estaticamente tipadas ou dinamicamente tipadas, estas últimas também sendo conhecidas como linguagens de scripting. Linguagens com tipagem dinâmica são bastante populares para a escrita de programas menores, um cenário onde a facilidade de uso e flexibilidade da linguagem são altamente valorizados. No entanto, com o passar do tempo, pequenos scripts podem se tornar grandes sistemas e a flexibilidade da linguagem pode passar a ser uma fonte de defeitos no programa. Para estes sistemas maiores, a tipagem estática, que oferece detecção de erros em tempo de compilação, melhor documentação e oportunidades de otimização, passa a ser mais atrativa. Como reescrever todo o sistema em uma linguagem estática não é ideal do ponto de um vista da engenharia de software, encontrar formas de adicionar tipos estáticos em programas dinamicamente tipados já existentes tem sido uma área de pesquisa bem rica. Nesse trabalho, nós apresentamos uma perspectiva histórica dessa pesquisa. Nos focamos em abordagens que não são específicas para uma única linguagem de programação, como as Type Hints de Common LISP, o Soft Typing de Fagan et al e o Gradual Typing de Siek et al, contrastando essas diferentes soluções a partir de uma perspectiva moderna.