[pt] COLETIVOS DE CULTURA: NOVAS FORMAS DE COMUM
Ano de defesa: | 2017 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
MAXWELL
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=30869&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=30869&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.30869 |
Resumo: | [pt] Este trabalho reflete sobre a experiência dos coletivos de cultura no Brasil contemporâneo. Com formações heterogêneas sob a égide do mesmo termo, esses grupos vêm-se multiplicando e inventando espaços de criação e resistência política através de novas formas de partilhar o comum. A presente pesquisa, além de discutir alguns princípios da prática coletiva - como a cooperação e a desconstrução de hierarquias -, aborda o desejo, o magnetismo e o contágio forjados a partir dos laços de afeto. Expõe ainda a tensão entre ideologia e mecanismos de apropriação de Estado e mercado. Trazidos como intercessores à discussão, estão os coletivos Nuvem Cigana, Atrocidades Maravilhosas e Opavivará!, além do Ocupa X - termo amálgama criado para fazer referência às ocupações como procedimentos. |