REFORMA PSIQUIÁTRICA E O LOUCO INFRATOR: NOVAS IDÉIAS E VELHAS PRÁTICAS
Ano de defesa: | 2009 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Ciências da Saúde BR PUC Goiás Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Ciências Ambientais e Saúde |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://localhost:8080/tede/handle/tede/3092 |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo principal investigar as representações sociais sobre o louco infrator elaboradas por trabalhadores de saúde mental. Partimos do pressuposto que essas representações não são construídas num vácuo social, mas são geradas no seio das relações interpessoais/intergrupais e possuem uma relação dialética com o meio e as práticas sociais. Por outro lado, concebemos as representações sociais como uma rede de conhecimento, onde seus conteúdos se encontram entrelaçados. Sendo assim, as representações sociais sobre o louco infrator devem ser entendidas como um dos elos de sistemas representacionais mais complexos a respeito da própria loucura, da violência social, do comportamento agressivo etc. Para alcançar este objetivo foram entrevistados os trabalhadores de duas instituições que lidam com o louco infrator. Inicialmente, entrevistamos os trabalhadores de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), o primeiro localizado numa zona rural (Brasília) e o segundo, um manicômio judiciário no interior de um presídio (Ala de Tratamento Psiquiátrico). A comparação dos resultados entre essas duas instituições nos permite estabelecer correlações entre o meio ambiente, os conteúdos representacionais descritos acima e as práticas profissionais relacionadas aos cuidados dispensados ao louco infrator. Nossa hipótese inicial foi corroborada ; é que apesar de políticas publicas estarem em consonância com o paradigma psicossocial, temos ainda praticas dos trabalhadores em saúde mental ancoradas no paradigma biológico. |