Enriquecimento ambiental alimentar e cognitivo em parque urbano: um estudo de bem-estar para grandes felinos cativos no zoológico de Goiânia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Rangel, Marina Cronemberger
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Médicas, Famacêuticas e Biomédicas::Curso de Biomedicina
Brasil
PUC Goiás
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Ciências Ambientais e Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/4672
Resumo: Com o intuito de, principalmente, promover a pesquisa e a conservação das espécies, os zoológicos modernos tendem a promover uma modernização desse sistema. Com inserção de recintos o mais próximo possível da realidade do animal, enriquecimentos ambientais adequados a cada espécie, treinamento correto dos funcionários do zoológico para um melhor manejo dos animais cativos, e sobretudo a conservação das espécies. Os objetivos principais deste trabalho foram abordar o enriquecimento ambiental alimentar e cognitivo para felinos em cativeiro no Zoológico de Goiânia, além de discutir a validade deste modelo de enriquecimento como forma constante e fixa nos programa dos zoológicos. Os animais de estudo foram 12 animais, sendo quatro tigres (Panthera tigris), três suçuaranas (Puma concolor), três onças-pintadas (Panthera onca) e dois leões (Panthera leo). Foi utilizado um etograma como base para análise dos comportamentos, no qual se deu a análise de comportamentos específicos como base para verificação se há inatividade excessiva e/ou pacing. Com o método de observação animal focal, e usando o método de enriquecimento ¿caixa surpresa¿ que consistia em pedaços de carne dentro de caixas de papelão oferecidos aos felinos. Os resultados estatísticos obtidos indicaram que o enriquecimento aumentou o comportamento social, repouso e fisiológico, e diminuiu o pacing e a inatividade excessiva. Cada espécie reagiu de uma forma aos enriquecimentos, sendo notados melhores resultado com o grupo Panthera onca, seguidos do grupo Panthera leo, Panthera tigris e Puma concolor, respectivamente. Como consequência, a teoria do uso do enriquecimento ambiental foi comprovada, comparada com outros trabalhos semelhantes a esse, resultando em melhora do bem-estar dos felinos durante o trabalho