COMPETÊNCIAS, ATRIBUIÇÕES E REQUISIÇÕES PROFISSIONAIS DO SERVIÇO SOCIAL EM INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE EDUCAÇÃO EM GOIÁS: limites impostos pela imediaticidade
Ano de defesa: | 2016 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Sociais e Saúde::Curso de Serviço Social Brasil PUC Goiás Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Serviço Social |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/3820 |
Resumo: | Esta dissertação tem como objeto refletir sobre as competências, atribuições e requisições do Serviço Social no âmbito da assistência social que é prestada aos estudantes das Instituições Federais de Educação do estado de Goiás. As perspectivas que a orientam perpassam o surgimento do Serviço Social como profissão intimamente relacionada à “questão social” e às mazelas próprias da ordem social burguesa, agudizadas no contexto do capitalismo monopolista. Percorre a conjuntura contemporânea de crise do capital, que atinge as políticas sociais exigindo delas a focalização/seletividade de seu atendimento. Investiga a política de educação no conjunto de determinações impostas a partir da adesão dos governos ao neoliberalismo. Analisa as requisições impostas ao Serviço Social na atualidade e a tendência à imediaticidade. Para isso, realizou-se estudo bibliográfico e pesquisa documental. Constatou-se que a conjuntura de expansão da educação superior e da educação profissional e tecnológica, provoca ampliação da demanda de estudantes por assistência social e leva o Serviço Social a se estabelecer por requisições restritivas de suas competências profissionais, provocando a (re)produção da imediaticidade, da prática profissional burocratizada, com pouca inserção e autonomia para definir e implementar planos, programas e projetos, o que reduz suas competências e atribuições mais à verificação das condições que geram o direito, menos à definição da política e menos ainda ao monitoramento e à avaliação de seus resultados. |