Fatores associados à fadiga e sonolência excessiva diurna em profissionais que atuam no serviço de atendimento móvel de urgência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Campos, Alessandra Batista de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Médicas, Famacêuticas e Biomédicas::Curso de Biomedicina
Brasil
PUC Goiás
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Ciências Ambientais e Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/4217
Resumo: No processo de trabalho do Atendimento Pré-Hospitalar evidencia-se dois agravos importantes que tem transformado em problemas crônicos: sonolência excessiva diurna e fadiga. E estão associados à redução da capacidade ocupacional, problemas de segurança e agravo a saúde do trabalhador. O objetivo desse estudo foi analisar a relação entre sonolência diurna e fadiga nos trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal/Brasil. Trata-se de um estudo transversal analítico com abordagem quantitativa. Para a coleta de dados foram utilizados um questionário e duas escalas que permitiram a investigação: dados sociodemográficos, fadiga e sonolência. Na análise dos dados, recorreu-se à estatística descritiva e aos testes estatísticos. Participaram da pesquisa 323 profissionais: técnico de enfermagem, enfermeiro, condutor e médico. Os resultados evidenciaram a prevalência dos profissionais do sexo masculino (64,7%), faixa etária < 40 anos (51,4%), casados (64,1%), técnico de enfermagem (43,7%). O perfil dos profissionais com maiores índices de fadiga foram: sexo feminino (p < 0,001), que não praticam atividade física (p = 0.004), técnico de enfermagem (p < 0,001), insatisfeitos com o trabalho (p < 0,001). E os maiores índices de sonolência foram os técnicos de enfermagem (p < 0,001) e o sexo feminino (p = 0.015). Conclui-se que existe uma significância estatística entre sonolência excessiva diurna e níveis de fadiga entre os profissionais do Atendimento Pré-Hospitalar.