Educação ambiental como parte da solução para mitigar processos erosivos em margem de reservatórios de hidrelétricas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Barbosa, Keila Pereira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola Politécnica
Brasil
PUC Goiás
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Engenharia de Produção e Sistemas
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/5075
Resumo: Este trabalho visou estabelecer um plano metodológico ativo, aplicado ao desenvolvimento de Educação Ambiental (EA), em específico sobre processos erosivos. Tendo como público-alvo a população estudantil das comunidades lindeiras ao reservatório da usina hidrelétrica (UHE) de Batalha. Entretanto, devido às restrições impostas pela pandemia da COVID-19 houve necessidade de adaptação, dentre os ajustes contingenciais teve-se alteração da população pesquisada e os recursos metodológicos utilizados ocorreram em versão on-line. Considera-se que a EA possa ser utilizada como parte da solução indireta na mitigação de processos erosivos e sua aplicação pode ocorrer em quaisquer outros empreendimentos hidrelétricos. A metodologia envolveu revisão da literatura, aplicação de Programa Piloto (PP) direcionado a educadores de duas Instituições de Ensino Público (IEP) em Goiânia-Goiás e levantamento socioeconômico nos dois municípios limítrofes à referida UHE. Os resultados do estudo socioeconômico ligados diretamente à economia se mostraram instáveis tanto em Cristalina quanto em Paracatu após o término das obras, com redução de atividades formais, respectivamente, em 7% e 45%. No entanto, nas questões sociais, ambos os Municípios não sofreram influências consideráveis. Todavia, um quesito relevante a este trabalho - a educação, após a construção da UHE, em Cristalina, 56% da população estava na categoria de analfabetos ou com Educação Básica (EB) incompleta. Além disso, identificou-se no PP fragilidades no conhecimento dos profissionais da EB em relação a EA, ademais, parte dos pesquisados não consideram relevante a qualificação em temas ambientais, além de possuírem considerável desinteresse pelo assunto. Logo, visando agregar conhecimento propõe-se o uso do aplicativo MinhaUHE em escolas de Municípios limítrofes a reservatórios