Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Garcia, Alexsandra Manoel |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/16530
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Resumo: |
Esta pesquisa trata de representações sociais de professores da educação básica dando ênfase à diversidade de configurações familiares em nossa sociedade. Estabelece-se como problema norteador desta investigação a seguinte formulação: as representações sociais de professores de educação básica diante às novas configurações familiares e, se essas novas configurações familiares interferem na sua prática pedagógica? Nosso objetivo geral foi compreender as elaborações de professores de Educação Básica sobre as novas configurações de famílias e sua repercussão no desenvolvimento de sua prática pedagógica. Esta é uma pesquisa de caráter qualitativo, cujo instrumento de produção de material empírico foi a realização de grupos focais com professores de duas escolas, sendo uma particular e uma da rede pública municipal, ambas da cidade de Indaiatuba/SP. O material empírico foi analisado com base nos pressupostos teórico-metodológicos da Teoria das Representações Sociais (TRS) de Serge Moscovici e nos estudos de Vygotsky, no que se refere ao desenvolvimento humano, assim como outros autores que compartilham desse referencial. As análises desenvolvidas são de cunho descritivointerpretativo das conversas/reflexões advindas de provocações durante o grupo focal mediado pela pesquisadora. O material empírico produzido revelou que alguns professores desconhecem as novas configurações e não sabem se devem ou não adentrar nesta seara durante suas práticas, não sentindo-se preparados para abordar o tema, enquanto outros enfrentam os padrões impostos e seguem trabalhando o tema família tentando inserir essa diversidade nas práticas elaboradas. Deixamos com este trabalho, indicativos a outros pesquisadores que se interessem pelo tema, para que, assim, possam ampliar o debate no sentido de que o assunto seja melhor compreendido e, consequentemente, tratado de modo a dirimir preconceitos. |